08/26/10 by Graziella | Estratégia, Institucional, Recursos Humanos | No Comments »

Não é incomum algumas vezes não se estar motivado como deveria no trabalho. Falta ânimo e vontade de sair da cama para enfrentar um dia de trabalho, se você apresenta esses sintomas algo precisa ser feito agora mesmo, especialmente porque essa desmotivação afeta primeiramente você e de forma progressiva, afeta sua carreira, seu emprego e sua família.
Que vida dura, não é mesmo?
Pois bem, aplicando o efeito sanduíche, muito usado em nossa empresa, tenho notícias ruins e boas.
A ruim é que a questão de falta de motivação é interno, vem de dentro o e seu chefe e a empresa que você trabalha não tem culpa. Muitas vezes achamos que a solução para os nossos dilemas é simplesmente mudar de emprego, novos ares sempre melhora tudo, certo? Errado!
A boa é que é possível sim, mudar esse quadro com ações simples, que pode mudar a sua forma de pensar e agir em relação ao seu trabalho, comece com uma conversa aberta com seu chefe, fale das suas expectativas em relação ao seu trabalho, peça novos desafios e oportunidades, mas certifique-se de que está apto a executa-los.
Envolva-se mais com os projetos de sua empresa, desenvolva novas habilidades, descubra talentos que você nem imaginava que pudesse ter, trabalhe em equipe. E com seus colegas de trabalho aprenda coisas novas, tenha em mente que o que você aprende hoje você levará para sempre consigo.
Estude, esteja sempre atendo a novas tecnologias que farão toda a diferença em sua carreira, aprimore seus conhecimentos e seja uma ferramenta indispensável no crescimento de sua empresa.
Aumente sua produtividade, buscando pontos a serem melhorados na sua rotina, otimizando seu tempo, isso fará com que seu dia de trabalho seja menos massante e lhe trará a sensação de dever cumprido no final do expediente.
“Motivação e trabalho em equipe são algumas das principais ferramentas para fazer de alguém líder em todas as áreas da vida.”
Em nossa empresa adoramos o que fazemos, e por isso desempenhamos com excelência nossas atividades. Nós valorizamos pessoas.

Nossos valores são:
Ética, positivismo, controle emocional, ambição, ação, persistência, entusiasmo e criatividade.
http://www.palmetal.com.br/institucional.aspx

Lembre-se:
“Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. “SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA… QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.”
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08/09/10 by Priscilla | Estratégia, Institucional, Mercado | No Comments »

Incentivar os investimentos das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) é sempre um bom negócio, tanto para a própria empresa quanto para os fornecedores e grandes prestadoras de serviço. Condições especiais de pagamento estimulam o Capital de Giro, geram lucros e impulsionam o crescimento das MPMEs.
Uma das grandes vantagens de compra que uma empresa pode ter é utilizar o cartão BNDES. Além de ter uma linha de crédito pré-aprovada pelo seu banco emissor de até R$ 1.000.000,00, com taxa de juros de 0,97% ao mês (vigente em agosto de 2010), a empresa pode parcelar sua compra em até 48 meses.
A Palmetal oferece a oportunidade para você adquirir linhas de produtos que atendem desde hotéis, pousadas, lojas, restaurantes e academias até hospitais, laboratórios e construtoras, com todas os benefícios que a compra com o cartão BNDES pode trazer.
Se sua empresa não possui, acesse o link https://www.cartaobndes.gov.br e adquira o seu.
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07/19/10 by Palmetal | Estratégia, Institucional, Marketing | No Comments »
Escolhemos como treinamento de Branding o livro de David Aaker — Como construir Marcas Líderes, e queremos compartilhar nossa opinião.
O livro é chato para caramba. Somente uma pessoa da nossa equipe conseguiu ler até o fim. São 300 páginas que poderiam ser resumidas em umas 150 ou 200 no máximo. Como exemplo, na página 270 ele escreve: “Uma adequação excepcional entre o evento e a marca é muito melhor do que uma boa adequação”. Ai eu me pergunto… Precisava escrever isso?
Ainda sim, se você administra uma marca muito grande tipo WEG, EUROFARMA, BLAUSIEGEL, pode ser que extraia coisas interessantes, principalmente com os exemplos de Nike e Adidas que ilustram a leitura.
A questão é que atualmente, um livro de 2 anos atrás já nos parece pre-histórico, principalmente quando o tema é algo que pode ser atualizado, ou seja, quase tudo. Na página 259 ele fala de uma empresa que recebe 70 cartas por dia de consumidores. Será que alguma empresa no mundo ainda recebe 70 cartas por dia de consumidores? Eu dúvido que receba uma, quanto mais 70.
A maioria dos exemplos são de situações ocorridas ha duas décadas atrás, como na página 279 que ele cita os jogos olímpicos de 1996 que a AT&T patrocinou. Isso é tão arcaico que nem a própria AT&T deve se interessar pelo que ela fez nesse período.
E para completar, a carga em internet e marketing digital e reduzídissima, tendo direito a um pequeno capítulo.
Resumo do livro
Se você pretende aprender sobre branding, escolha um livro mais atualizado. Esqueça esse. Acho que nem quando ele foi lançado ele era realmente bom.
Uma dica é olhar o ano de edição, e se for um autor estrangeiro olhar o site da amazon para ver a data de edição la fora. Muitas vezes aqui aparece 2009, mas, a primeira impressão foi em 2006, quer dizer, o livro levou três anos para ser traduzido.
Se souber ler em inglês aconselhor comprar direto lá fora. O frete é barato e chega rápido, além de ser isento de impostos.
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07/04/10 by Palmetal | Estratégia, Institucional, Tecnologia | No Comments »
A Palmetal Metalúrgica existe desde 1990. E com o crescimento da empresa e a velocidade com que tudo acontece, chegamos em um ponto que o prazo de entrega e a produtividade como um todo passou a ser algo estratégico. Precisávamos produzir mais, em menos tempo, sem elevar muito os nossos custos fixos.
Começamos a estudar vários livros sobre produção. Alguns bem grandes e grossos como o Administração da Produção e Operações por Norman Gaither. Nesses livros havia a referência para a Teoria das Restrições, que a princípio parecia algo muito moderno, inovador e que quebrava totalmente os paradigmas então existentes.
Os métodos mais conhecidos como o MRP e o Just in Time (Toyota) funcionam bem em ambientes controlados. A Toyota possui uma demanda relativamente regular, e possuem poucos modelos de carros, uns 20 ou trinta. Em uma empresa de móveis como a nossa que possui centenas de produtos diferentes, todos competindo pela mesma fábrica, esse Just in Time se provou absolutamente impraticável.
Como funciona a teoria das restriçoes?
Vamos supor que você abra uma empresa que vende mousse de maracujá e pudim de leite. Minhas duas sobremesas preferidas.
Segue abaixo o roteiro principal para você fabricar cada uma das iguariais e o tempo de cada etapa.
|  |  |
| Receita | PUDIM DE LEITE | MOUSSE DE MARACUJÁ |
| Ingredientes | * 3 ovos
* 1 lata de leite condensado
* 1 1/2 xícara de leite
* 1 colher de sopa de maizena
* 10 gotas de extrato de baunilha | * 1 lata de leite condensado
* a mesma medida (da lata) de suco de maracujá concentrado
* meio envelope de gelatina em pó sem sabor (6g)
* 3 claras em neve
* 2 colheres (sopa) de açúcar |
| Mode de preparo | Leve o açúcar ao fogo médio para derreter e caramelizar. Quando estiver derretido, com cor de caramelo e começando a ferver acrescente a água quente aos poucos. Misture para que a calda não fique muito grossa. Deixe que esfrie e unte toda a parte interna da fôrma. Bata todos os ingredientes no liquidificador e despeje lentamente no meio da fôrma de pudim já untada com a calda caramelada. Asse o pudim no forno por 45min. Retire o pudim da forma e deixe resfriar por 2 horas. Após isso coloque na geladeira por cerca de 8 horas | Dissolva a gelatina em meia xícara (chá) de água fria. Aqueça em banho-maria até derreter. Reserve. Bata no liqüidificador o leite condensado, o suco de maracujá, meia medida (da lata) de água e a gelatina. Por último junte as claras batidas com o açúcar e misture. Leve à geladeira por cerca de 4 horas. |
| Tempo de preparo | 1 1/2 hora | 1/2 hora |
| Tempo de resfriamento | 10 horas | 4 horas |
| Custo da matéria-prima | R$5,00 | R$4,00 |
| Preço de venda | R$15,00 | R$12,00 |
| Lucro | R$10,00 | R$8,00 |
Vamos supor que você tenha uma geladeira comum de 300L, e a forma do mousse bem como a forma do pudim ocupam o espaço de 1L cada. Então você poderá encher sua geladeira com 300 formas seja ela de mousse ou de pudim.
Vamos considerar também que você dispõe de farta mão de obra para misturar e bater os ingredientes, e a cada rodada de preparo você apronta as 300 formas de uma só vez.
Com os dados da tabela acima, nós podemos ver facilmente que o seu gargalo ou restrição é a geladeira. O tempo de preparo do mousse é de 1/2 hora e o mesmo ficará resfriando na geladeira por 4 horas.
Vamos imaginar que você consiga trabalhar 24hs por dia prepando mousses. Dessa forma você vai rapidamente lotar a sua geladeira e do lado de fora dela vão ficar muitas outras sobremesas, sem espaço para entrar nela. Você vai ter que esperar as quatro horas passarem para retirar as sobremesas lá de dentro e então colocar uma nova batelada. Ou seja, a produção vai funcionar no rítmo do resfriamento. A cada 4 horas sai uma fornada pronta e entra outra para gelar.
Qualquer outra otimização que seja no processo de resfriamento, será virtualmente perdida, pois, não vai ter impacto na sua produtividade, uma vez que ela é 300L de mousse a cada 4 horas.
Da mesma maneira, se ao invés de demorar meia hora para prepara o mousse, você levar 1 hora, 2 horas, 3 horas, 3 1/2 horas, 3 3/4 horas a produtividade continuará sendo a mesma. Você não pode levar mais do que 4 horas, pois, nesse caso sua geladeira vai ficar sem novos doces e sua produção estará caindo.
Primeiras conclusões
- Defina o seu gargalo. Toda a sua produção vai trabalhar em função dele.
- Concentre-se em otimizar o seu gargalo. Caso haja demanda suficnete ele nunca pode ficar parado. Qualquer perda na restrição é uma perda inteira para a fábrica
- Uma perda em uma atividade não gargalo não é necessariamente uma perda de faturamento, considerando que o seu gargalo está funcionado a todo vapor.
Referências
- Bussola Financeira, Thomas Corbett
- A Meta na Pratica, Elyahu Goldratt
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04/07/10 by Palmetal | Estratégia, Marketing | No Comments »
Há muito pouco tempo atrás, quando um aluno estudava os conceitos mercadológicos de Marketing na universidade, os 4 P‘s (produto, promoção, preço e praça) eram uma
das primeiras teorias abordadas e essas quatro palavrinhas eram chamadas de Composto ou Mix de Marketing. E esses conceitos formam um conjunto de variáveis que influenciam a maneira com que os consumidores respondem ao mercado.
Mas, esse composto, formulado pela primeira vez em 1960 por Jerome McCarthy e que durante anos orientou as estratégias de administração e marketing nas maiores empresas do mundo, hoje já não é mais o mesmo e constantes adaptações se tornaram comuns.
Atualmente, apesar do desconhecimento da maioria que levam em conta apenas os 4P’s, o composto foi acrescido de mais dois integrantes os 4 C’s e 4 A’s.
Mas, como na era da internet, onde a informação é transmitida a uma velocidade nunca antes vista, até mesmo as teorias têm pressa em serem atualizadas. E, mais uma vez, os 4P’s receberam companhia de mais uma letrinha e a previsão é de que o Mix de Marketing seja integrado pelos 4 V‘s.
Vamos falar resumidamente sobre cada um deles e de suas principais diferenças:
4 P’ s: Produto, Praça, Preço e Promoção: O conceito apresentado por Mc´ Carthy é o mais tradicional utilizado por profissionais de marketing.
- Produto: refere-se a variedade do produto, qualidade, características, nome da marca, design, embalagem, tamanhos, serviços, garantias, devoluções etc.;
- Preço: é composto pelo preço básico, descontos, prazos de pagamento, condições de crédito etc.;
- Praça ou Ponto de Venda: diz respeito aos canais de distribuição (localizações), distribuição física (estoque), transporte, armazenagem etc;
- Promoção: venda pessoal, propaganda, promoção de vendas, publicidade, relações públicas, marketing direto (mala direta, telemarketing) etc.
4 C‘s Cliente, Conveniência, Comunicação e Custo: O conceito dos 4 C’s criado por Robert Lauterbom, por volta de 1990, que tem como visão orientar o composto para o cliente, diferente dos 4 P‘s, onde o mercado é visto sob o ponto de vista da empresa
- Produto = Consumidor (Necessidades e Desejos)
- Preço = Custo para o Consumidor
- Praça = Conveniência
- Promoção = Comunicação
4 A‘s Análise, Adaptação, Ativação e Avaliação: Para que os 4 A‘s, conceito criado pelo professor Raimar Richers, tenha lugar, eles precisam estar coordenados com as atividades de outras áreas funcionais da empresa e seguir os objetivos e as metas estabelecidos no planejamento de marketing. A adaptação visa ao ajuste das características e à oferta de produtos e serviços às forças vigentes no mercado para que o produto seja voltado às necessidades e aos desejos dos clientes.
- Análise (identificar o mercado)
- Adaptação (dos produtos e serviços)
- Ativação (colocar os planos de ação em ação)
- Avaliação (análise SWOT e esforços realizados pela organização)
4 V‘s (Validade, Valor, Via, Voga): Este é o mais recente conceito que visa adaptar o Mix de Marketing, orientando as empresas na era da internet.
- Validade (produto – consumidor). Atender às necessidades e desejos dos clientes não é mais suficiente para o seu sucesso. Ele deve apresentar também, validade, principalmente, no que diz respeito à segurança, às questões ambientais e sociais.
- Valor (preço – custo) — O Preço não deve ser a única variável do marketing na hora de definir o que é custo para o cliente. O marketing precisa ficar atent ao valor daquele produto para o seu cliente.
- Via (Praça – conveniência) — Ter um ponto de venda que seja conveniente já não é mais suficiente nos dias de hoje. As empresas precisam disponibilizar a melhor via de compra para seus clientes, ofertando seus produtos e serviços também pela internet.
- Voga (Promoçao — comunicação) — Estar em voga exige mais do que apenas fazer promover ou fazer comunicação. Para se ter um anúncio de sucesso, ele deve ser moda ou tendência. Deve ser popular e ter grande aceitação do seu público.
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