Archive for the ‘Estratégia’ Category

MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Não é inco­mum algu­mas vezes não se estar moti­vado como dev­e­ria no tra­balho. Falta ânimo e von­tade de sair da cama para enfrentar um dia de tra­balho, se você apre­senta esses sin­tomas algo pre­cisa ser feito agora mesmo, espe­cial­mente porque essa desmo­ti­vação afeta primeira­mente você e de forma pro­gres­siva, afeta sua car­reira, seu emprego e sua família.

Que vida dura, não é mesmo?

Pois bem, apli­cando o efeito san­duíche, muito usado em nossa empresa, tenho notí­cias ruins e boas.

A ruim é que a questão de falta de moti­vação é interno, vem de den­tro o e seu chefe e a empresa que você tra­balha não tem culpa. Muitas vezes achamos que a solução para os nos­sos dile­mas é sim­ples­mente mudar de emprego, novos ares sem­pre mel­hora tudo, certo? Errado!

A boa é que é pos­sível sim, mudar esse quadro com ações sim­ples, que pode mudar a sua forma de pen­sar e agir em relação ao seu tra­balho, comece com uma con­versa aberta com seu chefe, fale das suas expec­ta­ti­vas em relação ao seu tra­balho, peça novos desafios e opor­tu­nidades, mas certifique-se de que está apto a executa-los.

Envolva-se mais com os pro­je­tos de sua empresa, desen­volva novas habil­i­dades, des­cubra tal­en­tos que você nem imag­i­nava que pudesse ter, tra­balhe em equipe. E com seus cole­gas de tra­balho aprenda coisas novas, tenha em mente que o que você aprende hoje você levará para sem­pre consigo.

Estude, esteja sem­pre atendo a novas tec­nolo­gias que farão toda a difer­ença em sua car­reira, apri­more seus con­hec­i­men­tos e seja uma fer­ra­menta indis­pen­sável no cresci­mento de sua empresa.

Aumente sua pro­du­tivi­dade, bus­cando pon­tos a serem mel­ho­ra­dos na sua rotina, otimizando seu tempo, isso fará com que seu dia de tra­balho seja menos mas­sante e lhe trará a sen­sação de dever cumprido no final do expediente.

Moti­vação e tra­balho em equipe são algu­mas das prin­ci­pais fer­ra­men­tas para fazer de alguém líder em todas as áreas da vida.”

Em nossa empresa ado­ramos o que faze­mos, e por isso desem­pen­hamos com excelên­cia nos­sas ativi­dades. Nós val­orizamos pessoas.

Nos­sos val­ores são:

Ética, pos­i­tivismo, con­t­role emo­cional, ambição, ação, per­sistên­cia, entu­si­asmo e criatividade.

http://www.palmetal.com.br/institucional.aspx

Lembre-se:

“Só existe uma pes­soa capaz de lim­i­tar seu cresci­mento: VOCÊ MESMO! Você é a única pes­soa que pode fazer a rev­olução de sua vida. Você é a única pes­soa que pode prej­u­dicar a sua vida. Você é a única pes­soa que pode aju­dar a si mesmo. “SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDAQUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.”

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Cartão BNDES: Muitas vantagens para sua empresa

Incen­ti­var os inves­ti­men­tos das micro, peque­nas e médias empre­sas (MPMEs) é sem­pre um bom negó­cio, tanto para a própria empresa quanto para os fornece­dores e grandes presta­do­ras de serviço. Condições espe­ci­ais de paga­mento estim­u­lam o Cap­i­tal de Giro, geram lucros e impul­sionam o cresci­mento das MPMEs.

Uma das grandes van­ta­gens de com­pra que uma empresa pode ter é uti­lizar o cartão BNDES. Além de ter uma linha de crédito pré-aprovada pelo seu banco emis­sor de até R$ 1.000.000,00, com taxa de juros de 0,97% ao mês (vigente em agosto de 2010), a empresa pode parce­lar sua com­pra em até 48 meses.

A Pal­metal ofer­ece a opor­tu­nidade para você adquirir lin­has de pro­du­tos que aten­dem desde hotéis, pou­sadas, lojas, restau­rantes e acad­e­mias até hos­pi­tais, lab­o­ratórios e con­stru­toras, com todas os bene­fí­cios que a com­pra com o cartão BNDES pode trazer.

Se sua empresa não pos­sui, acesse o link https://www.cartaobndes.gov.br e adquira o seu.

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Como construir marcas líderes — David A. Aaker — Resenha

Escol­he­mos como treina­mento de Brand­ing o livro de David Aaker — Como con­struir Mar­cas Líderes, e quer­e­mos com­par­til­har nossa opinião.

O livro é chato para caramba. Somente uma pes­soa da nossa equipe con­seguiu ler até o fim. São 300 pági­nas que pode­riam ser resum­i­das em umas 150 ou 200 no máx­imo. Como exem­plo, na página 270 ele escreve: “Uma ade­quação excep­cional entre o evento e a marca é muito mel­hor do que uma boa ade­quação”. Ai eu me per­gunto… Pre­cisava escr­ever isso?

Ainda sim, se você admin­is­tra uma marca muito grande tipo WEG, EUROFARMA, BLAUSIEGEL, pode ser que extraia coisas inter­es­santes, prin­ci­pal­mente com os exem­p­los de Nike e Adi­das que ilus­tram a leitura.

A questão é que atual­mente, um livro de 2 anos atrás já nos parece pre-histórico, prin­ci­pal­mente quando o tema é algo que pode ser atu­al­izado, ou seja, quase tudo. Na página 259 ele fala de uma empresa que recebe 70 car­tas por dia de con­sum­i­dores. Será que alguma empresa no mundo ainda recebe 70 car­tas por dia de con­sum­i­dores? Eu dúvido que receba uma, quanto mais 70.

A maio­ria dos exem­p­los são de situ­ações ocor­ri­das ha duas décadas atrás, como na página 279 que ele cita os jogos olímpi­cos de 1996 que a AT&T patro­ci­nou. Isso é tão arcaico que nem a própria AT&T deve se inter­es­sar pelo que ela fez nesse período.

E para com­ple­tar, a carga em inter­net e mar­ket­ing dig­i­tal e reduzídis­sima, tendo dire­ito a um pequeno capítulo.

Resumo do livro

Se você pre­tende apren­der sobre brand­ing, escolha um livro mais atu­al­izado. Esqueça esse. Acho que nem quando ele foi lançado ele era real­mente bom.

Uma dica é olhar o ano de edição, e se for um autor estrangeiro olhar o site da ama­zon para ver a data de edição la fora. Muitas vezes aqui aparece 2009, mas, a primeira impressão foi em 2006, quer dizer, o livro levou três anos para ser traduzido.

Se sou­ber ler em inglês acon­sel­hor com­prar direto lá fora. O frete é barato e chega rápido, além de ser isento de impostos.

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Teoria das restrições na indústria

A Pal­metal Met­alúr­gica existe desde 1990. E com o cresci­mento da empresa e a veloci­dade com que tudo acon­tece, cheg­amos em um ponto que o prazo de entrega e a pro­du­tivi­dade como um todo pas­sou a ser algo estratégico. Pre­cisá­va­mos pro­duzir mais, em menos tempo, sem ele­var muito os nos­sos cus­tos fixos.

Começamos a estu­dar vários livros sobre pro­dução. Alguns bem grandes e grossos como o Admin­is­tração da Pro­dução e Oper­ações por Nor­man Gaither. Nesses livros havia a refer­ên­cia para a Teo­ria das Restrições, que a princí­pio pare­cia algo muito mod­erno, ino­vador e que que­brava total­mente os par­a­dig­mas então existentes.

Os méto­dos mais con­heci­dos como o MRP e o Just in Time (Toy­ota) fun­cionam bem em ambi­entes con­tro­la­dos. A Toy­ota pos­sui uma demanda rel­a­ti­va­mente reg­u­lar, e pos­suem poucos mod­e­los de car­ros, uns 20 ou trinta. Em uma empresa de móveis como a nossa que pos­sui cen­te­nas de pro­du­tos difer­entes, todos com­petindo pela mesma fábrica, esse Just in Time se provou abso­lu­ta­mente impraticável.

Como fun­ciona a teo­ria das restriçoes?

Vamos supor que você abra uma empresa que vende mousse de maracujá e pudim de leite. Min­has duas sobreme­sas preferidas.

Segue abaixo o roteiro prin­ci­pal para você fab­ricar cada uma das iguar­i­ais e o tempo de cada etapa.

Pudim de leitemousse de maracujá
ReceitaPUDIM DE LEITEMOUSSE DE MARACUJÁ
Ingre­di­entes* 3 ovos
* 1 lata de leite con­den­sado
* 1 1/2 xícara de leite
* 1 col­her de sopa de maizena
* 10 gotas de extrato de baunilha
* 1 lata de leite con­den­sado
* a mesma medida (da lata) de suco de maracujá con­cen­trado
* meio enve­lope de gelatina em pó sem sabor (6g)
* 3 claras em neve
* 2 col­heres (sopa) de açúcar
Mode de preparoLeve o açú­car ao fogo médio para der­reter e caramelizar. Quando estiver der­retido, com cor de caramelo e começando a fer­ver acres­cente a água quente aos poucos. Mis­ture para que a calda não fique muito grossa. Deixe que esfrie e unte toda a parte interna da fôrma. Bata todos os ingre­di­entes no liq­uid­i­fi­cador e despeje lenta­mente no meio da fôrma de pudim já untada com a calda carame­lada. Asse o pudim no forno por 45min. Retire o pudim da forma e deixe res­friar por 2 horas. Após isso coloque na geladeira por cerca de 8 horasDis­solva a gelatina em meia xícara (chá) de água fria. Aqueça em banho-maria até der­reter. Reserve. Bata no liqüid­i­fi­cador o leite con­den­sado, o suco de maracujá, meia medida (da lata) de água e a gelatina. Por último junte as claras bati­das com o açú­car e mis­ture. Leve à geladeira por cerca de 4 horas.
Tempo de preparo1 1/2 hora1/2 hora
Tempo de resfriamento10 horas4 horas
Custo da matéria-primaR$5,00R$4,00
Preço de vendaR$15,00R$12,00
LucroR$10,00R$8,00

Vamos supor que você tenha uma geladeira comum de 300L, e a forma do mousse bem como a forma do pudim ocu­pam o espaço de 1L cada. Então você poderá encher sua geladeira com 300 for­mas seja ela de mousse ou de pudim.

Vamos con­sid­erar tam­bém que você dis­põe de farta mão de obra para mis­tu­rar e bater os ingre­di­entes, e a cada rodada de preparo você apronta as 300 for­mas de uma só vez.

Com os dados da tabela acima, nós podemos ver facil­mente que o seu gar­galo ou restrição é a geladeira. O tempo de preparo do mousse é de 1/2 hora e o mesmo ficará res­friando na geladeira por 4 horas.

Vamos imag­i­nar que você con­siga tra­bal­har 24hs por dia prepando mousses. Dessa forma você vai rap­i­da­mente lotar a sua geladeira e do lado de fora dela vão ficar muitas out­ras sobreme­sas, sem espaço para entrar nela. Você vai ter que esperar as qua­tro horas pas­sarem para reti­rar as sobreme­sas lá de den­tro e então colo­car uma nova bate­lada. Ou seja, a pro­dução vai fun­cionar no rítmo do res­fri­a­mento. A cada 4 horas sai uma for­nada pronta e entra outra para gelar.

Qual­quer outra otimiza­ção que seja no processo de res­fri­a­mento, será vir­tual­mente per­dida, pois, não vai ter impacto na sua pro­du­tivi­dade, uma vez que ela é 300L de mousse a cada 4 horas.

Da mesma maneira, se ao invés de demorar meia hora para prepara o mousse, você levar 1 hora, 2 horas, 3 horas, 3 1/2 horas, 3 3/4 horas a pro­du­tivi­dade con­tin­uará sendo a mesma. Você não pode levar mais do que 4 horas, pois, nesse caso sua geladeira vai ficar sem novos doces e sua pro­dução estará caindo.

Primeiras con­clusões

  1. Defina o seu gar­galo. Toda a sua pro­dução vai tra­bal­har em função dele.
  2. Concentre-se em otimizar o seu gar­galo. Caso haja demanda sufic­nete  ele nunca pode ficar parado. Qual­quer perda na restrição é uma perda inteira para a fábrica
  3. Uma perda em uma ativi­dade não gar­galo não é nec­es­sari­a­mente uma perda de fat­u­ra­mento, con­siderando que o seu gar­galo está fun­cionado a todo vapor.

Refer­ên­cias

  1. Bus­sola Finan­ceira, Thomas Corbett
  2. A Meta na Prat­ica, Elyahu Goldratt
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Dos 4P’s aos 4V’s do marketing. A evolução

Há muito pouco tempo atrás, quando um aluno estu­dava os con­ceitos mer­cadológi­cos de Mar­ket­ing na uni­ver­si­dade, os 4 P‘s (pro­duto, pro­moção, preço e praça) eram uma das primeiras teo­rias abor­dadas e essas qua­tro palavrin­has eram chamadas de Com­posto ou Mix de Mar­ket­ing. E esses con­ceitos for­mam um con­junto de var­iáveis que influ­en­ciam a maneira com que os con­sum­i­dores respon­dem ao mercado.

Mas, esse com­posto, for­mu­lado pela primeira vez em 1960 por Jerome McCarthy e que durante anos ori­en­tou as estraté­gias de admin­is­tração e mar­ket­ing nas maiores empre­sas do mundo, hoje já não é mais o mesmo e con­stantes adap­tações se tornaram comuns.
Atual­mente, ape­sar do descon­hec­i­mento da maio­ria que levam em conta ape­nas os 4P’s, o com­posto foi acrescido de mais dois inte­grantes os 4 C’s e 4 A’s.

Mas, como na era da inter­net, onde a infor­mação é trans­mi­tida a uma veloci­dade nunca antes vista, até mesmo as teo­rias têm pressa em serem atu­al­izadas. E, mais uma vez, os 4P’s rece­beram com­pan­hia de mais uma letrinha e a pre­visão é de que o Mix de Mar­ket­ing seja inte­grado pelos 4 V‘s.

Vamos falar resum­i­da­mente sobre cada um deles e de suas prin­ci­pais diferenças:

4 P’ s: Pro­duto, Praça, Preço e Pro­moção: O con­ceito apre­sen­tado por Mc´ Carthy é o mais tradi­cional uti­lizado por profis­sion­ais de marketing.

  • Pro­duto: refere-se a var­iedade do pro­duto, qual­i­dade, car­ac­terís­ti­cas, nome da marca, design, embal­agem, taman­hos, serviços, garan­tias, devoluções etc.;
  • Preço: é com­posto pelo preço básico, descon­tos, pra­zos de paga­mento, condições de crédito etc.;
  • Praça ou Ponto de Venda: diz respeito aos canais de dis­tribuição (local­iza­ções), dis­tribuição física (estoque), trans­porte, armazenagem etc;
  • Pro­moção: venda pes­soal, pro­pa­ganda, pro­moção de ven­das, pub­li­ci­dade, relações públi­cas, mar­ket­ing direto (mala direta, tele­mar­ket­ing) etc.

4 C‘s Cliente, Con­veniên­cia, Comu­ni­cação e Custo: O con­ceito dos 4 C’s cri­ado por Robert Lauter­bom, por volta de 1990, que tem como visão ori­en­tar o com­posto para o cliente, difer­ente dos 4 P‘s, onde o mer­cado é visto sob o ponto de vista da empresa

  • Pro­duto = Con­sum­i­dor (Neces­si­dades e Desejos)
  • Preço = Custo para o Consumidor
  • Praça = Conveniência
  • Pro­moção = Comunicação

4 A‘s Análise, Adap­tação, Ati­vação e Avali­ação: Para que os 4 A‘s, con­ceito cri­ado pelo pro­fes­sor Raimar Rich­ers, tenha lugar, eles pre­cisam estar coor­de­na­dos com as ativi­dades de out­ras áreas fun­cionais da empresa e seguir os obje­tivos e as metas esta­b­ele­ci­dos no plane­ja­mento de mar­ket­ing. A adap­tação visa ao ajuste das car­ac­terís­ti­cas e à oferta de pro­du­tos e serviços às forças vigentes no mer­cado para que o pro­duto seja voltado às neces­si­dades e aos dese­jos dos clientes.

  • Análise (iden­ti­ficar o mercado)
  • Adap­tação (dos pro­du­tos e serviços)
  • Ati­vação (colo­car os planos de ação em ação)
  • Avali­ação (análise SWOT e esforços real­iza­dos pela organização)

4 V‘s (Val­i­dade, Valor, Via, Voga): Este é o mais recente con­ceito que visa adap­tar o Mix de Mar­ket­ing, ori­en­tando as empre­sas na era da internet.

  • Val­i­dade (pro­duto – con­sum­i­dor). Aten­der às neces­si­dades e dese­jos dos clientes não é mais sufi­ciente para o seu sucesso. Ele deve apre­sen­tar tam­bém, val­i­dade, prin­ci­pal­mente, no que diz respeito à segu­rança, às questões ambi­en­tais e sociais.
  • Valor (preço – custo) — O Preço não deve ser a única var­iável do mar­ket­ing na hora de definir o que é custo para o cliente. O mar­ket­ing pre­cisa ficar atent ao valor daquele pro­duto para o seu cliente.
  • Via (Praça – con­veniên­cia) — Ter um ponto de venda que seja con­ve­niente já não é mais sufi­ciente nos dias de hoje. As empre­sas pre­cisam disponi­bi­lizar a mel­hor via de com­pra para seus clientes, ofer­tando seus pro­du­tos e serviços tam­bém pela internet.
  • Voga (Pro­moçao — comu­ni­cação) — Estar em voga exige mais do que ape­nas fazer pro­mover ou fazer comu­ni­cação. Para se ter um anún­cio de sucesso, ele deve ser moda ou tendên­cia. Deve ser pop­u­lar e ter grande aceitação do seu público.
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